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Notícia Dengue mata Já combateu o Mosquito Hoje?

Dengue mata Já combateu o Mosquito Hoje?
Publicado em: 29/11/2021 ás 08:41:00 Autor: Anderson Alexandre Fonte: Assessoria de Imprensa

Dengue mata

Já combateu o Mosquito Hoje?

A Prefeitura Municipal de Porto Esperidião juntamente com Ministério de Saúde e Vigilância da Saúde, estiveram realizando movimento de conscientização para à População, no combate contra doenças transmitidas pelo mosquito.

Segue algumas dicas de como combater.

A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.

Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia - quando os mosquitos são mais ativos - proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos.

No momento, só existe uma vacina contra dengue registrada na Anvisa, que esta disponível na rede privada. Ela é usada em 3 doses no intervalo de 1 ano e só deve ser aplicada, segundo o fabricante, a OMS e a ANVISA, em pessoas que já tiveram pelo menos uma infecção por dengue.

Esta vacina não está disponível no SUS, mas o Ministério da Saúde acompanha os estudos de outras vacinas.

IMPORTANTE: Manter a higiene dos locais e evitar a água parada é a melhor forma, por isso é fundamental e essencial a participação consciente e diária de toda a população

Não deixe água parada, destruindo os locais onde o mosquito nasce e se desenvolve, evita sua procriação.

Deixe sempre bem tampados e lave com bucha e sabão as paredes internas de caixas d'água, poços, cacimbas, tambores de água ou tonéis, cisternas, jarras e filtros

Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas e xaxins. Coloque areia fina até a borda do pratinho.

Plantas que possam acumular água devem ser tratadas com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água acumulada nas folhas.

Não junte vasilhas e utensílios que possam acumular água (tampinha de garrafa, casca de ovo, latinha, saquinho plástico de cigarro, embalagem plástica e de vidro, copo descartável etc.) e guarde garrafas vazias de cabeça para baixo.

Entregue pneus velhos ao serviço de limpeza urbana, caso precise mantê-los, guarde em local coberto.

Deixe a tampa do vaso sanitário sempre fechado. Em banheiros pouco usados, dê descarga pelo menos uma vez por semana.

Retire sempre a água acumulada da bandeja externa da geladeira e lave com água e sabão.

Sempre que for trocar o garrafão de água mineral, lave bem o suporte no qual a água fica acumulada.

Mantenha sempre limpo: lagos, cascatas e espelhos d'água decorativos. Crie peixes nesses locais, eles se alimentam das larvas dos mosquitos

Lave e troque a água dos bebedouros de aves e animais no mínimo uma vez por semana.

Limpe frequentemente as calhas e a laje das casas, coloque areia nos cacos de vidro no muro que possam acumular água.

Mantenha a água da piscina sempre tratada com cloro e limpe-a uma vez por semana. Se não for usá-la, evite cobrir com lonas ou plásticos.

Mantenha o quintal limpo, recolhendo o lixo e detritos em volta das casas, limpando os latões e mantendo as lixeiras tampadas. Não jogue lixo em terrenos baldios, construções e praças. Chame a limpeza urbana quando necessário.

Permita sempre o acesso do agente de controle de zoonoses em sua residência ou estabelecimento comercial.

Alguns nomes e seus significados e o que eles causam:

1) Anopheles 

Transmissor da Malária. Esse mosquito é popularmente conhecido como mosquito-prego e é vetor do protozoário Plasmodium, que causa Malária. Estima-se que mais de 1 milhão de pessoas morram a cada ano ao redor do Mundo, vítimas da doença.

De hábitos noturnos, o mosquito-prego é mais encontrado em áreas silvestres e rurais, mas atacam as pessoas dentro de seus domicílios.

2) Flebótomo (Mosquito-Palha) 

Transmissor da Leishmaniose. Embora não seja considerado mosquito, tem o nome popular de mosquito-palha. Também é conhecido por birigui, tatuquira e cangalhinha. Ele pica animais como cães e cavalos infectados com o protozoário Leishmania chagasi, responsável pela doença, e pica a pessoa, transmitindo a enfermidade.

Tem hábitos noturnos e quando pousam mantêm suas asas abertas.

3) Aedes aegypti

Transmite Dengue, Zika, Chikungunya. É o mais temido no Brasil, por ser um mosquito urbano. Assim, o número de casos das doenças que ele transmite são alarmantes, principalmente no verão, quando sua proliferação é maior e mais acelerada.

De hábitos preferencialmente diurnos, também podem picar à noite na presença de luz. A fêmea precisa estar infectada para transmitir os vírus, mas sua presença em um ambiente é sempre motivo de preocupação.

4) Aedes albopictus 

O mosquito Aedes albopictus transmite as doenças Dengue e Febre Amarela. É o primo do Aedes aegypti, encontrado predominantemente em áreas silvestres e rurais, por isso, pica mais animais.

Porém, pode alcançar as cidades próximas, dispersando doenças quando infectado.

 

5) Culex quinquefasciatus

Transmitem Febre do Nilo Ocidental, Zika e Elefantíase. Seus nomes populares são muriçoca ou pernilongo. De hábitos noturnos são os mosquitos que mais aparecem em nossas residências, nos incomodando com seu zumbido característico. Pouca gente sabe, mas podem transmitir Elefantíase (parasita Wuchereria bancrofti) e Febre do Nilo (arbovírus Flavivírus).

A Fio Cruz realizou pesquisas para determinar se o Culex tem potencial para ser transmissor da Zika. A resposta foi sim!

6) Haemagogus e Sabethes

Transmitem Febre Amarela. São uns dos principais transmissores da doença no Brasil. Preferem habitar áreas silvestres e ficam mais nas copas de árvores.

Assim, picam macacos, que uma vez infectados pela Febre Amarela servem de alarme para a região.

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